Venda de château em Bordeaux para um chinês acaba em tragédia (que está sob suspeita)!

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Château La Rivière
A vida tem destas coisas, destas histórias. De um lado está Lam Kok, de 46 anos, um multimilionário chinês que adquiriu o Château La Rivière, uma das propriedades mais bonitas da região de Bordeaux, com um belo palácio no centro de 65 hectares de terra. Do outro está James Gregoire, 63, que era o proprietário do château. 
A venda foi consumada numa quinta-feira e, no dia seguinte, Gregoire ofereceu-se para mostrar os terrenos ao novo proprietário. De helicóptero, já que era piloto experiente. A bordo ia também o filho do empresário chinês, um rapaz de 11 anos, e o responsável financeiro, que também estava a servir de intérprete. A partir daí não se sabe bem o que aconteceu, apenas que o helicóptero despencou nas águas do rio Dordogne, perto da propriedade. 
O resultado não poderia ter sido mais trágico: dos quatro ocupantes, só o corpo do filho de Lam Lok foi recuperado porque ficou na carcaça do aparelho. Os outros três ocupantes desapareceram nas águas frias do rio e até agora não tiveram seus corpos encontrados.
Pois a vida tem ainda mais coisas estranhas. O proprietário anterior, o francês Jean Leprince, morreu em circunstâncias semelhantes há cerca de 10 anos, quando o seu avião também caiu não muito longe do local onde caiu o helicóptero. Já se fala de uma “maldição do castelo”. Seja como for, dias depois chegaram 23 monges budistas, acompanhados de três grandes-mestres. Em fila indiana, percorreram diversos locais do château, numa cerimônia destinada a purificar e benzer.
Enquanto isso, por sorte, a mulher de Lam Lok, Liu Kok, não quis entrar no helicóptero porque tinha medo de voar. Perdeu o marido e o filho mas, dizem fontes do château, está reagindo bem e vai continuar com o projeto de construir ali um hotel de luxo com spa. O valor do negócio não foi divulgado, mas deve ter girado em torno dos 30 milhões de euros.
P.S.: Segundo as últimas informações, cartas assinadas pelo “Comité d’action agricoles” enviadas para vários agentes imobiliários locais, sugerem que o ocorrido não foi exatamente um “acidente”, contendo ainda ameaças explícitas como: “Aqueles que vendem aos estrangeiros, a seus intermediários e os estrangeiros vão terminar no fundo de um rio ou a sete palmos!” 
Será que o terrorismo chegou aos preciosos châteaux de Bordeaux?

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