Biblioteca: conheça 5 livros novos sobre vinhos recomendados pelo The New York Times!

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Capa da 7ª edição de “The World Atlas of Wine” de Hugh Johnson e Jancis Robinson
Eric Asimov, crítico de vinhos do jornal New York Times, considera que o ano de 2013 foi pródigo em termos de lançamentos literários para os amantes do vinho. Entre os novos livros lançados ao longo do ano, ele destaca cinco deles que conseguiram ir um pouco além no tratamento do tema, alguns particularmente provocantes, outros informativos ou divertidos e, às vezes, tudo isso ao mesmo tempo. 
O primeiro livro da lista é “The New California Wine: A Guide to the Producers and Wines Behind a Revolution in Taste” (Ten Speed Press, US$35), de Jon Bonné. 
Como editor de vinhos do jornal The San Francisco Chronicle, Bonne estava perfeitamente posicionado para observar a profunda revolução no estilo e na atitude ocorrida entre os produtores de vinho da Califórnia ao longo da última década. Enquanto “revolução” pode ser um termo muito forte para simplificar o rastreamento contínuo sobre gosto do público e o volume de vendas, ainda assim captura a sensação de libertação mental entre enólogos e consumidores do estilo embrutecedor e dominante que Bonne rotulava como “Big Flavor”.
O segundo livro da lista é “Postmodern Winemaking: Rethinking the Modern Science of an Ancient Craft” (University of California Press, US$35), de Clark Smith.
Em seu novo e desafiador livro, Smith desdenha de críticos de vinhos (como ele mesmo) e que podem estar inclinados a falar do assunto sob uma perspectiva idealista. “Falar é fácil para o crítico que não tem que viver com as conseqüências do que diz”, escreve ele. No entanto, Smith não tem uma postura rabugenta, pelo contrário, ele é alegre, engraçado e até mesmo, diabólico.
Este é um livo incomum, escrito mais para os produtores de vinho do que para o público em geral. No entanto, qualquer pessoa interessada na arte da vinificação e que tenha uma perspectiva da indústria do vinho, vai achar que ele é fascinante, por vezes enlouquecedor, esclarecedor, ainda não inteiramente convincente.
O terceiro da lista é a nova edição do mais célebre livro sobre vinhos: “The World Atlas of Wine” (Mitchell Beazley, US$55), de Hugh Johnson e Jancis Robinson, praticamente dispensa apresentações, já que é uma referência mundial e obrigatória na biblioteca de qualquer estudioso sobre vinhos. Essa sétima edição, revisada e atualizada, chega seis anos após a anterior, refletindo especialmente a evolução do vinho como um  empreendimento de escala global.
O quarto livro é “The Road to Burgundy: The Unlikely Story of an American Making Wine and a New Life in France” (Gotham Books, US$26), de Ray Walker.  
A vida do autor poderia ser descrita como um conto de fadas. Ainda jovem, este norte-americano ouviu o “chamado da Borgonha”. Com pouca experiência e contatos no negócio do vinho, ele partiu para a França e, como num passe de mágica, teve a honra de tornar-se o primeiro americano a fazer um Le Chambertin, um dos mais grandiosos grand crus da Borgonha. Como isso foi possível? Leia o livro e descubra…
Para encerrar a lista, o livro “Pomerol”, disponível apenas através do site www.pomerolbook.com (£50), foi escrito por Neal Martin, um crítico britânico que escreve para a Wine Advocate (publicação fundada por Robert Parker), especializado em Bordeaux. 
Em “Pomerol” ele apresenta uma visão abrangente sobre a história da região, do terroir e de seus produtores de uma forma profunda, mas divertida. Sua abordagem é bem clara e justa sobre os vinhos que ele detalhadamente analisa nas quase 600 páginas de seu livro. Um volume capaz causar uma certa ânsia por uma taça de vinho, que como tal, deve ser apreciado em pequenos goles. 

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