Novo crítico da Wine Advocate para vinhos espanhóis concede 100 pontos para 3 vinhos!

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Os 3 novos “vinhos perfeitos” da Espanha, segundo a Wine Advocate
A The Wine Advocate (WA) e seu criador, o crítico de vinhos Robert Parker ainda são os veículos mais influentes no universo do vinho e alcançar a pontuação máxima, os míticos 100 pontos, nesta publicação é o grande desejo de qualquer produtor e enólogo que aspire um lugar de destaque neste meio. 
A chegada de um novo crítico na WA para cuidar da avaliação de vinhos espanhóis aparentemente vai trazer um grande rebuliço no modo como os vinhos do país são vistos. Luis Gutierrez, o responsável por ditar quem é quem no mundo vínico espanhol daqui para a frente, acabou de conceder 100 pontos, um vinho “perfeito”, para três novos rótulos, algo que apenas poucos vinhos espanhóis já alcançaram. 
Quem apostou suas fichas nos potentes e modernos vinhos do Priorato ou nos clássicos da Rioja ou Ribera del Duero, perdeu a aposta. Como um profundo conhecedor das vinícolas e vinhos da Andaluzia, sobretudo Jerez e Montilla-Morilles, Luis Gutierrez destacou exatamente três nobres e raros vinhos desta região para integrar o seleto clube dos “vinhos perfeitos” da Wine Advocate.
Os vinhos são o Reliquia Bardadillo de Palo Cortado, o Moscatel Valdespino Los Toneles e o Don PX Toro Albalá Convento Selección 1946, produzidos na regiões andaluzes de Sanlúcar de Barrameda, Jerez e Aguilar de la Frontera, respectivamente.
O Palo Cortado da Barbadillo é o único dos três que é seco e muito antigo, procedente de soleras adquiridas pela Barbadillo em meados do século XIX. O que torna o Relíquia especial é que ele provém da “Bota”, a parcela residual de vinho não utilizado nos soleras
O Moscatel Valdespino é um vinho doce muito antigo e que foi mantido intacto durante o movimento das soleras, preservando em perfeito equilíbrio, o dulçor e o caráter de seu envelhecimento. 
E finalmente, o PX Toro Albala 1946, um exemplar de Montilla-Morilles, um raro añada feito na primeira colheita após a Segunda Guerra Mundial e que só foi engarrafado 55 anos depois, em setembro de 2011. Com sua habitual concentração xaroposa, ele é capaz de encantar desde um enófilo amador até o mais experiente profissional do vinho.
Vou logo avisando para quem quiser provar algum desses vinhos: eles já eram raros e caros antes mesmo de receber essas notas 100, provavelmente ficarão mais raros e caros daqui para a frente…

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