Concentração no Vinho do Porto: Fladgate adquire a tradicional casa Wiese e Krohn!

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A Fladgate, detentora das famosas marcas de Vinho do Porto Taylor’s, Croft e Fonseca, reforça a sua posição no segmento, passando a controlar agora o valioso acervo de Portos Colheita da Wiese e Krohn, uma especialista neste estilo. 
Para a Fladgate, essa aquisição é mais um passo na estratégia de crescimento desenvolvida nos últimos anos. Depois de comprar a Croft, uma das marcas históricas do vinho do Porto e de adquirir a Quinta da Eira Velha, a Fladgate arma-se para disputar o mercado nas gamas superiores com grupo Symington, que lidera o mercado nas categorias especiais (em volume, a maior empresa do setor ainda é a Gran Cruz, de capital francês). 
Mais recentemente, a Fladgate investiu 21 milhões de euros na compra da Quinta dos Barões para instalar nela uma moderna linha de engarrafamento. O grupo controla dez quintas no Douro com uma área de vinha de classe A que ronda os 750 hectares. No ano passado, o volume de negócios da área do vinho (a Fladgate tem também interesses no turismo) atingiu o valor de 53 milhões de euros.
O negócio da Wiese e Krohn, que pertencia a tradicional família Falcão Carneiro, com a Fladgate vem consolidar uma forte tendência de consolidação no setor do Vinho do Porto, onde a presença das tradicionais famílias portuguesas no negócio reduziu-se ainda mais. Atualmente, permanecem ativos apenas os Silva Reis (Real Companhia Velha), os Poças, os Flores (da Andresen), os Van Zeller e os Vieira, que dominam a Borges. Uma fonte do ligada ao setor lamenta profundamente a “perda da diversidade” que este processo está  provocando no vinho do Porto.
Fonte: Público.pt

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